Um dia, andando por uma rua perto da minha casa, eu vi um pé de boldo do Chile nas rachaduras de uma calçada. Sem hesitar abaixei, peguei um galhinho e o levei comigo. Já tinha planos para aquela mudinha: no meu trabalho, plantaria um pé de boldo em uma floreira na sacada. Fiz isso, e o boldo vingou, ficou bonito e frondoso. Mas depois de um tempo, eu percebi que alguns matinhos estavam crescendo junto e, então, passei a me cobrar mentalmente: preciso separar um tempo para tirar essas ervas daninhas! Pois imagine que, quando eu finalmente fui fazer esta limpeza, me deparei com uma florzinha linda e solitária, miúda e delicada, em meio às folhas. Um cabo longo e fino e ela ali, me atraindo com a sua beleza frágil. Peguei o meu celular e tirei várias fotos, de todos os ângulos, na tentativa de captar aquela beleza tão singela. Então, decidi deixar o matinho e sua linda florzinha viverem mais um pouco. Em poucos dias, ele cresceu ainda mais, expandiu seu caule e folhas por entre...
Ziguezagueando cheguei até aqui. Parei e me encontrei nesta volta, mas não perco de vista a que adiante está.