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Mostrando postagens com o rótulo Olhos para ver

#6 Cidas, Divas e Gabrieles

1980 Seu nome é Hilda. Lembro-me vagamente da sua fisionomia, entretanto, lembro-me bem do tártaro verde dos seus dentes... eu não tinha coragem de encarar o seu olhar. Forço mais a memória: cabelos escuros, meio crespos, estatura média, rechonchudinha. Raramente saía da sua mesa para vir até a minha. Dona de uma curta paciência, ela me amedrontava.  Eu não conseguia me fixar nos números, nas contas, nas tantas atividades a serem feitas. Então, eu era solicitada com uma certa frequência à sua mesa. Muda, cabeça baixa, conseguia apenas encarar o tártaro.  Meu medo foi se avolumando até eu não querer mais ir para a escola, o que levou minha mãe até lá, para tentar entender o que acontecia. Então, pela última vez, sou chamada à sua mesa. Ela me expressa uma preocupação fingida. Não me lembro das suas palavras, não me atrevo a encará-la, lembro-me apenas do verde tártaro. 1982 Seu nome é Cida, Maria Aparecida. Não me lembro muito bem da sua fisionomia. ...

Mãos estendidas

 A vida com Deus, a vida em Cristo, são experiências que extrapolam a materialidade e a racionalidade humana. Não nos resta nada mais que mãos estendidas para acolher aquilo que nos vem como um presente.  Não há esforço humano, há apenas um Deus transcendente, majestoso e amoroso que deliberadamente se revela a nós, a cada dia .  Temos olhos para ver?  Humildade para aceitar? Ellen - 27/12/2025  Lendo a Bíblia em João 17.6, 26 - NVT “Eu revelei teu nome àqueles que me deste do mundo. Eles sempre foram teus. Tu os deste a mim, e eles obedeceram à tua palavra. (...)  Eu revelei teu nome a eles, e continuarei a fazê-lo. Então teu amor por mim estará neles, e eu estarei neles”. Clica aqui e ouça: 🎶 "... se revelou aos seus..."

Desperta! Aquiete-se!

Sexta-feira tive uma noite mal dormida. De manhã, quando comecei a embalar um sono, pensei: “Vou aproveitar esse embalo e dormir até a hora que eu conseguir”. Eu havia me comprometido, na noite anterior, a acordar cedo para participar de um encontro virtual, uma aula, com um médico integrativo e com sua esposa, que é a minha instrutora de Atenção Plena. Ambos, amigos queridos.* O despertador toca, eu o desligo e continuo deitada, com uma pontinha de culpa. E durmo, deliberadamente. Então, minha gatinha começa a miar do meu lado, pedindo o seu “café da manhã”. Eu tento ignorar, tapo os ouvidos com o travesseiro, estou com sono! Enfim, me levanto. Alimento a Sophie, acabo despertando e agradecendo por ela ter me arrancado da cama. Me arrumo e vou para a minha aula. E que aula! Fiquei feliz por ter despertado e participado, atenta, àquele momento precioso. No dia seguinte, que é hoje, domingo, estou em minha cama, acabei de acordar, com vontade de ler a palavra do Pai. Estou e...

O que temos pra hoje? Viver!

“Hoje levantei, tomei meu café da manhã com meu marido e filho e os despedi para seus trabalhos. Fui à janela do meu quarto, atraída pelos raios de sol, após tantos dias com chuva. Reclinei minha cabeça no umbral, fechei os olhos e tive um daqueles momentos ímpares de felicidade: sentindo a brisa da manhã acariciar meus cabelos e o raio de sol tocar minha face, tive a nítida sensação de meu Pai amoroso, Deus,  me abraçando e dizendo:   - Bom dia filha querida, viva!”. Ellen - 28/06/2013