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Mostrando postagens de dezembro, 2025

O que resta de nós: ausência ou presença?

“Sempre pensei que fosse resistente a mudanças, sempre pensei que ‘minha casa’ fosse o lugar onde estivessem minhas lembranças e meus hábitos. Tomo consciência, agora, que ‘minha casa’ é onde estou. Nesse bairro, nessa rua, nesse prédio, nesse apartamento e nesse quarto, que me eram estranhos, encontrei um lar”. [1] Iris. Grifo esta frase em meu livro e, entre tantas outras, é ela que permanece, que me acompanha mesmo após eu ter terminado a leitura. “Tomo consciência, agora, que minha casa é onde estou” . A frase me intriga e eu quero entender o porquê. A história, sabemos, nos apresenta três personagens principais: Jeanne, que após a morte do seu amor, se sente desconectada da sua casa, do seu ateliê, daquele lugar que sempre foi “um lugar para chamar de seu”. Seu lar passa a ser as horas que ela passa junto ao túmulo de Pierre, contando-lhe os movimentos do seu dia. Theo é órfão. Mora em um abrigo para menores e, apesar dos desafios que enfrenta ali, ali é a sua casa, o l...

O monte

O lugar da solidão O lugar da escuta O lugar da transparência  O lugar do consolo O lugar do fortalecimento  O lugar do choro O lugar do riso O lugar do murmúrio  O lugar do sussurro O lugar do colo O lugar do encontro  O lugar de ser nutrido O lugar da conexão  O lugar do silêncio  "Jesus voltou ao Monte das Oliveiras..." E eu? Ellen, novembro de 2025. ⚜️ Lendo João 7 e 8 - Bíblia NVT  Ouça 🎶  Canção para Pedro - Vencedores por Cristo Foto: Oliveiras em Mendoza 03/2018

Presente de aniversário

Faz parte de um ritual particular, no dia do meu aniversário, eu buscar em mim palavras que expressem minha alegria e gratidão. Faz parte eu acordar preguiçosa, curtir a cama e  auto celebrar um dia que é meu. Faz parte eu ser abraçada pelo meu marido, sussurrando no meu ouvido: "Feliz aniversário, meu amor". Faz parte a expectativa do abraço dos meus filhos, da minha família. Faz parte eu passar o dia pensando naquele momento, à noite, em que reunimos a família, simplesmente a família, para comer esfirras e quibinhos do kiberama, e partirmos um bolo depois. Faz parte eu me permitir ficar meio a toa durante o dia. Faz parte eu checar os parabéns no Instagram e nos grupos de WhatsApp.  Faz parte postar um story falando do meu dia. Faz parte eu curtir calma, serena e silenciosa - ao melhor "estilo Ellen de ser".  Mas esse ano foi diferente. 25 de novembro 23h30. Somos surpreendidos: a bolsa da Gigi estourou! Meu netinho, que ia chegar apenas em 8 de dezembro, ao que p...