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Mostrando postagens de outubro, 2024

Marche!

(Dia de tirar texto do baú!!!) Lendo Êxodo com a Bíblia de estudo. 14.10 – “À margem do mar vermelho, vendo os israelitas que o exército egípcio se aproximava, temeram”. À frente, o mar. Atrás, o exército egípcio. Segundo o comentarista bíblico, sobre este texto, “tanto a coragem quanto o temor dos que são principiantes na fé (crianças na fé) dependem tão somente das condições visíveis e externas.”   O povo olha para a circunstância, para as “condições externas e visíveis”, começa a lamuriar se esquecendo de tudo o que Deus já tinha feito, torna-se pessimista e descrente, e joga toda a culpa sobre Moisés. Neste ponto, o comentarista observa: “o libertador de um povo com espírito de escravidão tem uma das tarefas mais difíceis. Vê-se que quem escraviza o povo não era só o Faraó, mas também a própria mente mesquinha que achava melhor viver como boi ou cavalo, apenas com a comida garantida.” E Moisés, grande líder e educador, maduro na fé, é direto e objetivo. Sua tripla exortaçã...

Momentos

Conversava ontem com a filha Dudi e a filha Gi. Não, não são filhas que nasceram da minha barriga. Mas fui agraciada por Deus, por essas mulheres lindas que Ele colocou na minha vida. Dudi, filha do meu amor, mulher admirável, destemida e decidida desde muito pequenina. Gi, minha nora, mulher linda, corajosa, dona de uma fé pura e singela. E conversávamos assim, nós três,  noite adentro,  na cozinha, conversa solta, descontraída, gostosa. Cornélio Procópio, Aguativa Privilege, junho 2024. PS. A noite em que eu e Gigi acordamos a Du com as nossas gargalhadas.