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Mostrando postagens de 2022

Por quê? Por quê?

(Dia de tirar texto do baú!!!) Hoje, em minha meditação, fui tocada pelo texto: “Ensinai-me, e eu me calarei; dai-me a entender em que tenho errado.” [1] Me ocorre que eu posso enlouquecer tentando entender “o por quê” das coisas. Por que os filhos, muitas vezes, se afastam da fé, se somos diligentes no seu ensino; se este ensino é coerente; se sempre os apresentamos a Deus em oração; se sempre os confrontamos quando erram? Por que determinada oportunidade de negócio não dá certo, se buscamos sinceramente a orientação de Deus? Por que sofremos prejuízos financeiros se sempre agimos com lisura, com honestidade e retidão? Por que somos abatidos pela doença se temos uma vida regrada e uma alimentação saudável? Por que, às vezes, a tragédia nos atinge? Por quê? Às vezes me sinto como Jó, perguntando: “em que tenho errado”? Mas, tenho aprendido que o foco não deve ser esse. Concentrar a nossa atenção na tentativa de entender “o por quê” não é saudável. Veja: “Quase me...

En cas

Gosto de ler sobre sobre alimentação saudável. Uma alimentação que promova a saúde, e não a ruína do meu corpo. Certa vez, li um livro curioso sobre o estilo de vida das francesas. Leitura leve e interessante, focada  justamente na relação que existe entre aquilo que comemos e a nossa qualidade de vida, e como isso deve ser prazeroso e pacificador.  Dentre tantas coisas, a autora orienta a identificarmos alimentos agressores e fazermos substituições . E também nos aconselha, em caso de um ataque de fome ( en-cas ), sempre termos alguma coisa em mãos, algo que, ingerido, o corpo registre como uma refeição ligeira ( minirepas ), para calar os “pequenos demônios” ( petits démons ).  Por exemplo: ter por perto um pequeno saco com castanhas, pode ser não apenas um intimidador psicológico no caso de um ataque de vontades, como também um substituto capaz de refrear o ímpeto  da fome até o momento da refeição. Guarde isto:  En-cas... "no   caso de" . O interessan...

Escolhe, pois, a vida!

Dia de tirar texto do baú:   Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu Deus, te abençoará na terra que agora passas a possuí-la.  (...) Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, o teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade, para habitares na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.  (Deuteronômio 30.15, 16, 19, 20 – RA). Esta manhã este texto veio à minha mente em meio à reflexões sobre “escolhas”. Afinal, sempre temos diante de nós, invariavelmente, o benefício da escolha (e as consequênc...