O dia é 6 de fevereiro de 2024. Estou no trabalho. Guilherme trabalha em sua mesa, defronte à minha. Em dado momento, ele olha pra mim e diz: é hoje! E eu percebo claramente aquela ansiedade gostosa, de quem vai ver o filho (ou filha) pela primeira vez, mesmo que, ainda, apenas pelas imagens do ultrassom. No dia anterior, Gigi me contava que não abriu o presente que mandei para ela. Conta-me que é o primeiro presente do neném, e ela quer que seja nominal - pro Isaac ou pra Laura. Mas voltemos ao dia de hoje. São 11h20, o horário do primeiro ultrassom. Peço ao Gui que filme o " pontinho pulsante " e nos envie no grupo da família. Em instantes chega a mensagem: “Já estamos aqui, coração está na boca!”. E não demora muito, três vídeos entram no WhatsApp, com as palavras: “nossa azeitoninha 💓 " . O primeiro, nos mostra claramente o batimento do coração: tutu-tutu-tutu; o pai celebrando o coraçãozinho forte, e a mãe com um sorriso imenso e emocionado. No s...
Ziguezagueando cheguei até aqui. Parei e me encontrei nesta volta, mas não perco de vista a que adiante está.