Escrevo pra mim mesmo, faz parte da minha essência.
O meu objetivo não é escrever para o outro, sequer há um objetivo assim, definido.
Escrevo para expressar o que se passa na minha alma. É como quando a visão está embaçada e você foca o olhar para enxergar melhor. É isso o que a escrita faz comigo, ela me ajuda a me enxergar melhor.
Escrevo para ordenar meu pensamento. É como quando um tornado tira tudo do lugar e tudo fica pelos ares e em caos, até que vem a calmaria, e tudo se assenta. É isso o que a escrita é para mim. Ela é a calmaria em meio ao caos de pensamentos velozes e muitas vezes desconexos. Ela é a minha quietude e solitude necessárias.
Escrevo para fixar as coisas que eu aprendo na caminhada. Tenho essa necessidade de capturar em palavras as ideias e aprendizagens que me transformaram de alguma maneira. Já dizia Rubem Alves: "Tenho sempre comigo o meu caderno. Meu caderno é a minha gaiola de prender ideias. Porque as ideias são entidades fugidias, pássaros. Elas vêm de repente e desaparecem tão misteriosamente como chegaram. Não se pode confiar na memória. Se as ideias não forem presas com palavras escritas no papel, elas serão esquecidas."
E talvez a escrita cumpra outra missão, quando compartilhada, porque, como diz uma amiga querida, quando escrevemos sobre nós, muitas vezes, tocamos o outro.
Tenho o meu caderno e o meu notebook, "gaiolas de prender ideias"*, onde vou escrevendo de próprio punho ou digitando, registrando as tantas coisas que tocaram o meu coração e que podem, quem sabe, tocar o coração de quem as ler.
Meus textos são memoriais, um legado singelo principalmente aos meus filhos, de alguém que aprendeu a viver a vida como ela é... e continua aprendendo.
Meu desafio para você? Escreva!
Ellen - 21/05/2019
Rubem Alves. Conversas sobre educação. Versus Editora. Pag. 114.
O Blog Ziguezagueando é uma extensão do meu caderno, e capta algumas das tantas coisas escritas.
O meu objetivo não é escrever para o outro, sequer há um objetivo assim, definido.
Escrevo para expressar o que se passa na minha alma. É como quando a visão está embaçada e você foca o olhar para enxergar melhor. É isso o que a escrita faz comigo, ela me ajuda a me enxergar melhor.
Escrevo para ordenar meu pensamento. É como quando um tornado tira tudo do lugar e tudo fica pelos ares e em caos, até que vem a calmaria, e tudo se assenta. É isso o que a escrita é para mim. Ela é a calmaria em meio ao caos de pensamentos velozes e muitas vezes desconexos. Ela é a minha quietude e solitude necessárias.
Escrevo para fixar as coisas que eu aprendo na caminhada. Tenho essa necessidade de capturar em palavras as ideias e aprendizagens que me transformaram de alguma maneira. Já dizia Rubem Alves: "Tenho sempre comigo o meu caderno. Meu caderno é a minha gaiola de prender ideias. Porque as ideias são entidades fugidias, pássaros. Elas vêm de repente e desaparecem tão misteriosamente como chegaram. Não se pode confiar na memória. Se as ideias não forem presas com palavras escritas no papel, elas serão esquecidas."
E talvez a escrita cumpra outra missão, quando compartilhada, porque, como diz uma amiga querida, quando escrevemos sobre nós, muitas vezes, tocamos o outro.
Tenho o meu caderno e o meu notebook, "gaiolas de prender ideias"*, onde vou escrevendo de próprio punho ou digitando, registrando as tantas coisas que tocaram o meu coração e que podem, quem sabe, tocar o coração de quem as ler.
Meus textos são memoriais, um legado singelo principalmente aos meus filhos, de alguém que aprendeu a viver a vida como ela é... e continua aprendendo.
Meu desafio para você? Escreva!
Ellen - 21/05/2019
Rubem Alves. Conversas sobre educação. Versus Editora. Pag. 114.
O Blog Ziguezagueando é uma extensão do meu caderno, e capta algumas das tantas coisas escritas.
Sem pretensões.
Leve.
Leve.
#50anos50motivosdegratidão

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