Tenho sempre meditado sobre essa capacidade sobrenatural de viver a paz e a alegria em meio às tempestades. Aprender a viver em calmaria é um processo, como toda aprendizagem. Requer decisão e perseverança. Paciência e fé. Mas ultimamente tenho pensado muito na calma de Maria, mãe de Jesus. No relacionamento e no cuidado com o seu filho, frente à situações que ela não compreendia muito bem, a Bíblia nos diz que ela “guardava no coração”. Isso me intriga: essa capacidade quando, diante de um conflito ou um fato inesperado e novo, simplesmente “guardar no coração”, numa atitude de quietude, de paciência, de sabedoria, aguardando em Deus. Eu preciso aprender com Maria. Me ensina, Senhor, com Maria, calMaria. Palavra do Pai: “Tenho certeza, agora, de que verei a bondade de Deus na exuberância da terra. Contem com o Eterno. Animem-se! Não desistam! Repito: tenham esperança no Eterno. ” Salmos 27.13, 14 Elle...
Ziguezagueando cheguei até aqui. Parei e me encontrei nesta volta, mas não perco de vista a que adiante está.